Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Terça-feira, 20 de Maio de 2008
A inveja é uma coisa feia, iv
publicado por tiago 4 | comentários
etiquetas | fotografia
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Cashback
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | setima arte
Terça-feira, 13 de Maio de 2008
On My Shoulders
publicado por tiago 1 | comentários
etiquetas | música
Terça-feira, 6 de Maio de 2008
sussurro-vos:
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | devaneios, sociedade e terriório
Chiamami come vuoi
They call me ‘hell’
They call me ‘Stacey’
They call me ‘her’
They call me ‘Jane’
That’s not my name
That’s not my name
That’s not my name
That’s not my name
They call me ‘quiet girl’
But I’m a riot
Maybe ‘Joleisa’
Always the same
That’s not my name
That’s not my name
That’s not my name
That’s not my name
Are you calling me darling?
Are you calling me bird?
Are you calling me darling?
Are you calling me bird?
publicado por tiago 1 | comentários
Sexta-feira, 2 de Maio de 2008
ir e voltar
fotografia © tiago gonçalves, Barcelona, 2008publicado por tiago 3 | comentários
etiquetas | blogue(s), fotografias
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Sábado, 26 de Abril de 2008
Dezenas de novos amigos marotos
publicado por tiago 6 | comentários
etiquetas | sociedade e terriório
Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
The Big Brother State
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | setima arte, sociedade e terriório
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
A inveja é uma coisa feia, iii
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | fotografia
Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
The Story of Stuff
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | sociedade e terriório
Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Domingo, 13 de Abril de 2008
I Will Possess Your Heart
publicado por tiago 4 | comentários
etiquetas | música
Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
Pensar as Cidades | Professor Costa Lobo
(...) Começamos a pensar que para elas [as cidades] conseguirem competir têm que ter grandes superfícies comerciais. Os holandeses não quiseram. É duvidoso se é bom. Os alemães estão a criar impostos sobre as grandes superfícies. Sacam os impostos e o que é que vão fazer com esses impostos? Vão colocá-los no comércio tradicional de bairro. Porque há muitas pessoas que não podem ir até ao grande centro comercial. Há muitas pessoas que, de facto, se habituaram. Metem-se no carro, porque ainda estamos na sociedade do carro, e vão fazer as suas compras semanais. Mas há pessoas que não podem fazer isso. Portanto essas, coitadinhas, sujeitam-se ao comércio que resta no bairro, que está cada vez mais pobre, cada vez mais sem nada, cada vez mais caro. Os alemães encontraram um sistema de ajudar esse comércio tradicional, comércio de bairro, que é tão importante para tanta gente, pessoas de mais idade, jovens, enfim, e quaisquer pessoas que não tenham aquela civilização do carro como obrigatória... Eu penso que o comércio tradicional é necessário. Cuidado, não o façam desaparecer. Se o plano é feito só pelas pessoas que são os técnicos, que estão na força da vida, que têm os seus carros, que se deslocam de um lado para o outro, esses não reparam que é necessário. É como na América: aqueles grandes subúrbios de casinhas isoladas por aí fora, umas atrás das outras, servem bem a pessoa que tem o seu carro e que vai para o seu clube, que vai para o seu trabalho, estão para ali com um vizinho de um lado, com um vizinho do outro, mais ou menos abandonados no deserto americano. Portanto cautela, essa não é a tradição europeia, ou também queremos ser americanos? Acho que não.
(...)
Cautela com isto. Será que as áreas centrais não são mais aquele espaço aberto, permanentemente aberto, onde a pessoa pode ir? Aqui tem-se feito o possível... A gente vai lá para Lisboa, lá para a Baixa Pombalina e não está fechado, mas está quase, porque de facto porta sim, porta não, está fechado. E a outra também! Portanto temos que ver se conseguimos encontrar outras soluções, e era tão fácil. Então lá em Lisboa era tão fácil que a área central fosse recuperada. Mas falta muita coisa. E a meu ver a primeira coisa que falta é o espírito associativo do próprio comerciante. Está muito ligado a processos antigos de fazer comércio, e não se sabe associar nem inovar. E não se sabendo associar é-se apanhado por uma grande multinacional, ou por um grande investidor que faz uma grande superfície, e passam a estar todos subordinados à vontade do dono daquela grande superfície. Se em vez de esperarem ser escravizados pelo grande dono as pessoas se associassem teriam outra força.
(...)
Uma pequenita referência só aos transportes. Temos aqui um “smart” pequenino, cá em baixo... Por muito pequenino que seja o “smart”, o carro é sempre qualquer coisa que ocupa muito espaço. Eu por exemplo ocupo mais ou menos 1/6 de um metro quadrado. Os carros ocupam cerca de 25 m2 para incluir a manobra, o abrir das portas, e se tivermos que ter um espaço no sítio onde se trabalha, outro em casa e outro no sítio onde vamos fazer as compras, 3 vezes 25 dá 75 m2, portanto contra aquele meu 1/6 de um metro quadrado, dá 6 vezes 75, dá qualquer coisa como algumas centenas de vezes mais, em relação à pessoa. Portanto acho que devemos ter muita cautela a ver como é que dominamos a questão da economia do carro. Eu ouvi, acho que foi anteontem, numa zona histórica, umas pessoas a defenderam que queriam o carro, outras a dizerem que não querem lá carros de maneira nenhuma. É uma zona conflituosa. Como urbanistas o que é que nós temos de fazer? Temos de encontrar uma terceira solução. E temos de encontrar uma fórmula que resolva os problemas. Porque é que eu quero o carro? Porque é que eu não quero o carro? Muitas vezes é porque as pessoas têm encetado a chamada guerra errada. Se a certa altura tiver uma rua onde cabem 20 carros, e tiver lá 40 pessoas que têm carro. Eu insistir que a câmara tem de lá deixar pôr os carros é uma guerra errada. Não vai ser possível! Ou eu mato o meu vizinho, ou qualquer coisa assim... Não é possível! Portanto as pessoas têm de encontrar guerras que sejam correctas. Hoje o poder público, a população, tem muita força. Mas, façam guerras certas, não façam guerras erradas. Se for preciso reivindiquem os transportes públicos, reivindiquem o estacionamento a um km de distância... um quilómetro? Então depois tinha que ir a andar 10 minutos! Mas se essa for uma solução possível e a outra não for solução? Como é que se está melhor? Com uma solução ou com uma não solução? Portanto, tem de se fazer com muita criatividade, com muita procura de criatividade, de mediação activa. Cuidado com o mediar conflitos onde as pessoas têm posições opostas! Temos de mediar mais do que estar ao meio, temos de inventar propostas que sejam completas e que respondam às diferentes necessidades com realismo e criatividade.
publicado por tiago 4 | comentários
etiquetas | sociedade e terriório
Segunda-feira, 7 de Abril de 2008
De novo Saramago
Desta vez ainda só temos o trailer, mas a coisa promete. O filme, que deve de chegar no próximo Outono, tem como título Blindness e é baseado na obra de José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira. A realização é da responsabilidade de Fernando Meirelles, o homem de Cidade de Deus, que tem relatado este projecto através de um interessante blogue.publicado por tiago 2 | comentários
etiquetas | blogue(s), setima arte
Domingo, 6 de Abril de 2008
Society
Oh it's a mystery to me.
We have a greed, with which we have agreed...
and you think you have to want more than you need...
until you have it all, you won't be free.
Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.
When you want more than you have, you think you need...
and when you think more then you want, your thoughts begin to bleed.
I think I need to find a bigger place...
cause when you have more than you think, you need more space.
Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.
Society, crazy indeed...
I hope you're not lonely, without me.
There's those thinkin' more or less, less is more,
but if less is more, how you keepin' score?
It means for every point you make, your level drops.
Kinda like you're startin' from the top...
and you can't do that.
Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.
Society, crazy indeed...
I hope you're not lonely, without me
Society, have mercy on me.
I hope you're not angry, if I disagree.
Society, crazy indeed.
I hope you're not lonely...
without me.
publicado por tiago 5 | comentários
etiquetas | devaneios, música, setima arte
Quarta-feira, 2 de Abril de 2008
La flor más grande del mundo
publicado por tiago 0 | comentários
etiquetas | setima arte
Informação partilhada
Relembro que, mesmo quando isto anda numa de tons mais pardos, é possível ler, ver ou ouvir algo de novo. Do vosso lado direito encontrasse a informação que eu partilho diariamente convosco. Podem sempre aceder ao conteúdo directamente por aqui, ou ainda subescrever o feed... Bem, para quem já foi apanhado por um monstro selvagem que anda por aí à solta, tudo isto é bem mais fácil de compreender.publicado por tiago 3 | comentários
etiquetas | blogue(s)
com ousadia
Continua a ser impossível enviar através de um blogue a intimidade um postal como estes feitos pela Rósario. Mas, com alguma ousadia, vai ter que ser possível enviar muita força e um obrigado, já bastante atrasado, pelo fantástico exemplar que está em cima.
Quarta-feira, 26 de Março de 2008
conta-me como é
publicado por tiago 5 | comentários
etiquetas | devaneios
Terça-feira, 25 de Março de 2008
constatação | ii
pardo, adj. s. m. do Lat. pardu < pallidu
adj.,
de cor entre branco e preto;
cinzento quase negro;
nublado;
s. m.,
mulato;
mestiço;
prov.,
burel de cor parda.
ver-se em calças -as: ver-se em apuros, muito embaraçado.
Quinta-feira, 13 de Março de 2008
Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
The Dreamers
publicado por tiago 3 | comentários
etiquetas | setima arte, sociedade e terriório
Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
de novo os caninos.
publicado por tiago 8 | comentários
etiquetas | fotografias
Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Manuseamento da paparoca
Para todas as mesas refinadas deste pais, da de um Catarino ou Alberto, à de um Primeiro, o último grito em design de faqueiros está aí!
publicado por tiago 8 | comentários
etiquetas | sociedade e terriório
A inveja é uma coisa feia, ii
publicado por tiago 3 | comentários
etiquetas | fotografia















