quinta-feira, 31 de maio de 2007

a verdadeira globalização em Babel

Finalmente vi o filme.
É, de facto, a verdadeira globalização que Babel nos mostra, pelo olhar do realizador Alejandro González Iñárritu. Rica culturalmente, mas endurecida pelos Homens. As barreiras entre os vários "Mundos" ainda são muitas e a discrepância física entre eles é abismal. Como ouvi já não sei onde, é o primeiro filme que fala da globalização tal como ela é. Não é que até aqui não tenhamos já visto o James Bond a saltar de continente em continente de um momento para o outro. Já estamos fartos de ver isso. As ironias da globalização estão personalizadas neste filme por pessoas dos nossos tempos, que poderiam muito bem ser qualquer uma de nós, quando por exemplo, se tenta atravessar uma simples fronteira para ver o casamento de um filho.
É um filme imperdível. Sem duvida!

ver o cartaz, aqui.
ver o trailer, aqui.

4 | comentários:

lcx disse...

Já vi o filme, adorei.. Um conjunto de história paralelas com pequenas ligações umas com as outras.. É um bom filme, mas também não o é para toda a gente...

Zé-do-Telhado disse...

vi o babel na 3ª feira
engraçado.

PEDRO SERVIÇO FINANCAS LISBOA 1 disse...

VI FILME NO CINEMA QUANDO ESTREOU.SE PUDEREM ALGUMA VEZ VÊ LO NUMA BOA SALA(O SOM, A IMAGEM É COM OUTRA DIMENSÃO ) DE CINEMA,VEJAM-O.fAÇO ESTE COMENTÁRIO PORQUE NÃO VEJO NINGUÉM A FALAR DO PARA MIM O FILME É;A MULHER(FONTE DE TUDO),QUE É COLOCADA EM CRISE EM TODOS OS MUNDO DESTE MUNDO, E SE ISSO ACONTECESSE A HUMANIDADE CAMINHA PARA O ABISMO.FOI ISSO QUE SENTI

Zé-do-Telhado disse...

Eu eu senti que foi uma metáfora que expoe a fragilidade da vida, através da mulher, independentemente do contexto cultural, social e económico. Foi um zoom a pequenos momentos de uma globalidade que passa despercebida, a bocadinhos do equilibrio que segura a vida da humanidade. Somos mais frágeis e vulneráveis, mas ao mesmo tempo mais fortes e determinados que aquilo que um relance desatendo e generalista poderia denunciar.